Dois aviões da Força Aérea da Rússia aterrissaram no principal aeroporto da Venezuela no último sábado carregando um oficial russo de Defesa, mísseis e quase 100 soldados de tropas especiais.As informações são da Reuters.

O repórter Javier Mayorca escreveu no Twitter, no sábado, que o primeiro avião levou Vasily Tonkoshkurov, Chefe de gabinete das Forças Terrestres (aquela que colecionou vitórias na Síria), acrescentando que o segundo era um avião de carga carregando 35 toneladas de material, grande parte mísseis.

Informação surge três meses depois dos países realizarem exercícios militares em solo venezuelano, no que o presidente Nicolás Maduro chamou de um sinal de fortalecimento das relações políticas e econômicas entre Venezuela e Rússia.

Na foto, baterias de mísseis anti-aéreos russos seguem para Caracas. 

O poder militar dos russos ficou provado na Síria onde os EUA e seus aliados foram derrotados. Os mísseis que estão subindo a rodovia rumo a Caracas podem atingir Brasília e Buenos Aires em apenas 20 minutos.

Os chineses também chegaram a Caracas

Soldados do Exército Popular de Libertação da China chegaram ao Aeroporto Internacional Simon Bolívar, em Caracas. Isto é evidenciado por fotos que apareceram na web.

Como o exército chinês não possui aeronaves de transporte de alcance ultralongo (como a An-124), os militares usaram os serviços da companhia aérea de frete e passageiros Yangtze River Express com sede em Xangai. É relatado que os conselheiros trouxeram algumas cargas de valor não especificado, bem como o pessoal do ELP, e quantidade não revelada de material bélico.

Autoridades venezuelanos revelam que os chineses começam a preparar o envio de caças chineses de última geração, com inteligência artificial, considerados os mais avançados do mundo.

Também na web postou uma foto conjunta dos militares chineses e venezuelanos.

Fonte: IN24

Nota da redação: Congressistas norte-americanos e o chanceler Araujo “pedem” que os russos saiam da Venezuela. Não tem moral para isso, afinal, os russos, chineses e cubanos estão na Venezuela atendendo convite do presidente do país, Nicolás Maduro, enquanto os EUA estão na Síria como invasores, à revelia do governo local que não deseja a presença de militares norte-americanos em seu território, por seu apoio aos terroristas derrotados em solo sírio e iraquiano.