O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou ter enviado uma “armada” de navios para as costas da península da Coreia.

“Enviamos uma armada, muito potente”, disse Tump em uma entrevista à Fox Business. “Temos submarinos, muito potentes. Muito mais potentes do que o porta-aviões. É o que lhes posso dizer”, acrescentou presidente norte-americano.

No que toca ao líder norte-coreano, Kim Jong-un, Trump declarou que ele se comporta de modo incorreto. Respondendo à questão sobre saúde psíquica de Kim Jong-un, o presidente dos EUA destacou que não lhe conhece pessoalmente, por isso não sabe.

Recentemente, os EUA enviaram um grupo aeronaval de ataque, encabeçado pelo porta-aviões americano USS Carl Vinson, para a região da península da Coreia. A Coreia do Norte, tal como em muitas outras ocasiões, ameaçou a Washington com um ataque nuclear.

O USS Carl Vinson é o terceiro de uma série de porta-aviões nucleares da classe Nimitz. O navio tem 332 metros de comprimento e um deslocamento de 97.000 toneladas. A tripulação, contando com o pessoal do grupo aéreo embarcado, é de 5.700 efetivos. Ele é capaz de transportar até 90 aviões e helicópteros.

A bordo do porta-aviões atualmente estão cerca de 70 aviões e helicópteros militares, inclusive 24 caças bombardeiros F/A —18, 10 aviões de reabastecimento aéreo S-3A, seis helicópteros táticos antinavio SH-3H, quatro aviões de vigilância radioeletrônica EA-6B e quatro aviões de detecção longínqua E-2.

Do grupo também fazem parte o cruzador Lake Champlain e os destróiers Wayne E. Meyer e Michael Murphy, equipados com sistemas antimísseis Aegis.

Sputniknews

COREIA DO NORTE: “SE OS EUA INICIAREM A GUERRA, NÃO DEIXAREMOS NENHUM NORTE-AMERICANO VIVO”

“No passado os governos dos EUA estavam chantageando-nos com armas nucleares; agora os EUA não são mais uma fonte de ameaça e medo para nós “, disse segunda-feira o líder norte-coreano, Kim Jong-un à agência Coreia do Norte Express,  durante uma celebração para marcar o 62 º aniversário do fim da Guerra da Coreia (entre 1950 e 1953).
Embora não tenha assinado um acordo de paz, o aniversário (comemorado todos os anos), é considerado pelo Governo da Coreia do Norte como uma vitória sobre o imperialismo norte-americano.
Além disso, o general Pak Yong-ski do Exército Popular da Coreia, num ato separado, fez um discurso e enfatizou que se os EUA provocarem uma nova guerra com Pyongyang, a Coreia do Norte vai lutar até que não haja ninguém p se render.

As bases militares norte-americanas estacionadas no Japão e Coreia do Sul estão na mira das bombas atômicas da Coreia do Norte.

CHINA ENVIA 150.000 SOLDADOS PARA A FRONTEIRA COM A COREIA

O governo chinês enviou 150.000 soldados para a fronteira com a Coreia do Norte, além de tanques, helicópteros, drones e mísseis. O governo chinês se manifestou dizendo que não vai permitir que os EUA invadam e ocupem o país vizinho.

Segundo a agência de notícias coreana Chosun, “o exército chinês mobilizou cerca de 150 mil soldados para a fronteira norte-coreana em dois grupos para se prepararem para circunstâncias imprevistas“. A razão: a perspectiva de “opções militares”, como ataques preventivos contra a Coreia do Norte, como o que os Estados Unidos lançaram sobre a Síria.

Submarinos nucleares chineses foram vistos zarpando de portos nas proximidades da penísula coreana.