Para o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, a seleção brasileira virou caso de Procon; “O time de Tite foi medíocre. Sem brilho, sem vigor, sensaborão. É caso de Procon. Galvão inventou que Ramos é chamado de ‘o juiz que erra’ em seu país, ou ‘o cara das confusões'”

Brasil 247 – “A Globo elegeu um bode expiatório para o futebol magro exibido pela seleção brasileira em sua estreia contra a Suíça: o juiz mexicano Cesar Ramos” escreve Kiko Nogueira, no DCM. “Com seu novo corte de cabelo, o 476º, Neymar não jogou absolutamente nada, bem marcado por Valon Behrami. Um chute certeiro de Philippe Coutinho no primeiro tempo abriu o placar”. “Danilo e Thiago Silva marcaram o vento”. “O time de Tite foi medíocre. Sem brilho, sem vigor, sensaborão. É caso de Procon. Galvão inventou que Ramos é chamado de ‘o juiz que erra’ em seu país, ou ‘o cara das confusões’. Reclamou que ele não usa ‘o recurso do vídeo’. Detonou o cidadão”.