A campanha midiática em curso patrocinada pelos governo Trump para demonizar o presidente Nicolás Maduro da Venezuela acaba de sofrer um duro golpe com a vinda de assessores militares e mísseis russos.

Presidentes latino-americanos traidores dos interesses do nosso continente, lambe botas dos EUA, pressionam o governo da Venezuela através do Grupo de Lima, visando criar um conflito armado na região para fomentar a indústria bélica norte-americana às custas do sangue de milhares inocentes. A mídia canalha faz sua parte – há anos – ao divulgar mentiras diárias contra o governo venezuelano.

O governo Putin, da Rússia, deu uma resposta rápida aos golpistas da Venezuela e seus aliados norte-americanos: Dois aviões militares russos pousaram no principal aeroporto daVenezuela neste sábado trazendo o General Russo Vasily Tonkoshkurov; com 300 lançadores de misseis de longa distância – o RTD COTOVK – que pode atingir, por exemplo, Buenos Aires ou Brasilia, em 20 minutos. E, de quebra, juntam-se aos caças chineses com mais 27 caças MIG 35 de última geração.

O cenário é o mesmo que antecedeu a guerra na Síria, e o resultado pode – infelizmente – ser o mesmo: destruição da infraestrutura do país, derrota militar dos EUA e seus apoiadores, e lucros econômicos estratosféricos para a indústria bélica norte-americana.

A Líbia como exemplo

Outrora considerada a “pérola da África”, a Líbia de Kadafi era um país próspero e rico, com o maior IDH da África.

Após a guerra “por libertação” organizada pelo governo dos EUA, o país foi praticamente destruido e o petróleo está sendo roubado pelos norte-americanos.

A Líbia hoje pode ser vista pelas fotos a seguir, onde existem mercados de escravos – imigrantes que tentam atravessar o país rumo à Europa. Cada um deles é vendido por 400 euros. As mulheres são vendidas como escravas sexuais. Porque será que a mídia canalha não fala sobre isso?

Fernando Marques – MDD