O porta-voz do Ministério da Defesa russo disse que a Federação Russa deve dar o seu apoio militar aos exercícios armados Defesa Global Venezuela, sob a ameaça dos EUA e da vizinha Colômbia.

Os exercícios militares serão realizados em breve e devem reunir os armamentos mais modernos do mundo em solo venezuelano: mísseis russos hipersônicos, caças chineses de quarta geração operados por computadores, drones iranianos indetectáveis por radares norte-americanos, entre outros.

Na Venezuela, o ministro da Defesa disse que o país está totalmente pronto para combater qualquer invasão estrangeira armada ou para proteger seus interesses e agressão à segurança nacional.

“Estamos prontos para enfrentar qualquer agressão no campo da luta armada e desarmada para salvaguardar os interesses que estão consagrados na Constituição bolivariana. Temos legislação suficiente e base jurídica para construir o nosso próprio modelo de defesa global do país”, disse o ministro Vladimir Padrino López.

O ministro da Defesa expressou sua confiança de que a nova Constituinte nacional recém-instalado, têm as bases e os instrumentos legais para garantir a soberania nacional da Venezuela expressando a sua gratidão aos aliados – governos da Rússia, China e Irã – que mostram sua amizade em participar dessas manobras. São países que também são vítimas do mesmo inimigo, o imperialismo norte-americano.”

Ele ressaltou que este o órgão executivo do Defesa Global Venezuela “usa todo o poder nacional, todo o potencial nacional para colocar o país a serviço da luta armada em caso de invasão militar promovida pela Colômbia a serviço dos EUA.”

Até agora a Venezuela tem mais de um milhão (1.000.000) de civis chavistas registrados voluntariamente para a defesa nacional, que corresponde à Milícia Nacional Bolivariana, preparada para combater ao lado do exército em qualquer fase das agressões estrangeiras à nação.

As autoridades venezuelanos sabem que antes das invasões militares o governo dos EUA promove campanha de difamação do país a ser atacado através da imprensa e da mídia ocidental, como tem acontecido atualmente.

Além disso, no continente latino-americano os presidentes mais submissos e subservientes aos EUA tem se manifestado contra a Venezuela no Mercosul, fazendo o jogo traiçoeiro e covarde dos norte-americanos que desejam dominar a Venezuela para roubar petróleo – exatamente como fazem nos países árabes.