Nos últimos dias algumas pesquisas sobre possíveis candidatos a prefeito de Curitiba no próximo ano começam a ser divulgadas. Pesquisa é pesquisa, mas não ganha eleição, que o digam Beto Richa e Roberto Requião, apontados como eleitos para o Senado na última eleição em todas as pesquisas eleitorais, e derrotados nas urnas.

Nas pesquisas até agora divulgadas, quatro nomes aparecem como mais lembrados pelos eleitores pesquisados: o atual prefeito Rafael Greca (DEM); o deputado federal Gustavo Fruet (PDT); o secretário estadual de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost (PSD); e o deputado estadual Fernando Francischini (PSL).

Outros candidatos também aparecem, mas entre os menos votados: Luciano Ducci (PSB), Maria Victoria (PP) e João Arruda (MDB).

Mesmo há um ano e meio da eleição, diversos políticos já começam a se movimentar pela mídia e reuniões de bastidores, em uma verdadeira pré-campanha.

Uma coisa é certa, Rafael Greca (DEM) é o favorito em todas as pesquisas, e por um motivo bem simples: está fazendo uma excelente administração. Embora alguns veículos de comunicação prefiram destacar alguns pequenos tropeços nessa caminhada de Greca rumo à reeleição, a verdade é que a Curitiba de Rafael Greca é uma cidade moderna, linda, dinâmica e promissora. É uma cidade alegre e jovem.

Prefeito Rafael Greca, o vencedor nas pesquisas eleitorais 

O ex-prefeito Gustavo Fruet paga um preço muito alto pela péssima administração realizada, nomeando uma das piores – senão a pior – comunicação social de toda a história da prefeitura. A Curitiba de Gustavo Fruet era uma Curitiba depressiva e triste, sem falar do “abraço dos afogados” nos apaniguados do ex-presidente da Câmara João Claudio Derosso, que ocuparam cargos importantes no executivo municipal. Como deputado federal Gustavo Fruet é bom, mas como prefeito foi uma negação.

O deputado Fernando Francischini é lembrado pelos curitibanos como o “Carrasco do Centro Cívico”, pela atuação como Secretário de Segurança Pública do Estado, quando mandou bombardear e massacrar professores e servidores no Centro Cívico, ferindo centenas de manifestantes no dia 29 de abril de 2015 na “Batalha do Centro Cívico”. Este fato será lembrado e relembrando durante a campanha eleitoral, com direito a fotos de professores sangrando em praça pública por defender melhores condições de ensino para todos.

O secretário Ney Leprevost é chamado nos bastidores de “cavalo paraguaio”, aquele que faz uma boa campanha mas perde no final. E ainda existe a possibilidade da campanha ficar comprometida pela desaprovação do atual governador Ratinho Junior perante a população.

Resumindo, dentre os candidatos que até o momento se apresentaram, não há nenhuma novidade. E mesmo os candidatos que se apresentam fora desse quadro – e dos nomes citados – não conseguem projeção para figurar nas pesquisas.

Carla Regina