O deputado eleito Michele Caputo reforçou o alerta sobre a necessidade dos paranaenses tomar a vacina contra a febre amarela por conta do período de maior incidência da doença, entre dezembro e maio, e das viagens de fim de ano. “Mesmo com o controle feito ao mosquito Aedes aegypt, é preciso e necessário tomar a vacina. Essa é uma doença séria e a melhor prevenção é a vacina”, destacou Michele Caputo.

As doses da vacina já estão disponíveis nas unidades de saúde de todas as cidades do Paraná. Desde junho, 36 municípios da região litorânea, Curitiba e Região Metropolitana foram incluídos pelo Ministério da Saúde como área de recomendação de vacinação. Com isso, todos os municípios paranaenses passaram a ser considerados como áreas em que a vacina contra febre amarela deve ser aplicada em quem tem idade entre 9 meses e 59 anos.

“Além do calor, a intensificação das chuvas e a aglomeração de pessoas em locais próximos a matas, cachoeiras e parques favorecem a transmissão do vírus e a reprodução dos mosquitos”, disse Michele Caputo.

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus, que se manifesta por febre, dor no corpo e fraqueza, e com alto risco de morte em suas formas graves. A doença não é contagiosa e não há transmissão direta de pessoa a pessoa, apenas pela picada de mosquitos infectados com o vírus.

Rematrícula – Michele Caputo explica ainda que com aprovação da lei estadual 19534/18, no ato da rematrícula é obrigatória a apresentação do certificado de vacinação, emitido pelas unidades básicas ou clínicas privadas de saúde do Paraná. A regra é válida para estudantes menores de 18 anos. A vacina contra a febre amarela é uma das que precisa estar em dia.

A ausência da declaração de vacinação não impossibilita a matrícula ou rematrícula, mas os pais ou responsáveis devem regularizar a situação em um prazo máximo de até 30 dias.