“O país está entregue a um celerado, com ligações diretas com as milícias do Rio de Janeiro, comandando um bando de alucinados que assumiram posição de destaque no Ministério e que tem como único objetivo a destruição de todo sistema formal construído ao longo da história”, alerta o jornalista; “Não se trata mais de disputa entre esquerda e direita, entre lulismo e antilulismo, mas de uma aliança tácita entre os setores minimamente responsáveis, para não permitir o desfecho trágico dessa loucura”, diz

Brasil 247 – Embora o Brasil não tenha ainda se recuperado do último impeachment, de Dilma Rousseff, o jornalista Luis Nassif defende o fim imediato da ‘era Bolsonaro’ e explica que este caso “é diferente de tudo o que se viu no país antes e depois da democratização”. Leia a íntegra do texto no Jornal GGN.

“O país está entregue a um celerado, com ligações diretas com as milícias do Rio de Janeiro, comandando um bando de alucinados que assumiram posição de destaque no Ministério e que tem como único objetivo a destruição de todo sistema formal construído ao longo da história”, resume.

“O cenário pela frente é óbvio. No campo econômico, o ideologismo cego de Guedes não permitirá a recuperação da economia e do emprego (…). Na outra ponta, um presidente enlouquecido tentando eliminar o espaço político de todos que não concordem com suas loucuras. E estimulando a violência de ponta a ponta do país”, prevê.

“É impossível que os demais poderes, STF, Alto Comando, presidência da Câmara e do Senado, partidos políticos, assistam passivamente a essa destruição do país. É preciso parar Bolsonaro! Não se trata mais de disputa entre esquerda e direita, entre lulismo e antilulismo, mas de uma aliança tácita entre os setores minimamente responsáveis, para não permitir o desfecho trágico dessa loucura. Cada dia a mais de governo Bolsonaro representa anos de destruição do futuro, até que o caos torne a selvageria irreversível”, alerta.

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Patrocinadores boicotam evento pró-Bolsonaro em New York e cortam patrocínio

Da CNN, traduzido pelo DCM:

A Delta Air Lines e pelo menos uma outra empresa estão cortando os laços com um evento que pretende homenagear o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro .

A Delta (DAL) e a Bain & Company, uma empresa de consultoria de gestão, estavam entre os patrocinadores do evento. Eles anunciaram na terça-feira que não estariam mais envolvidos.

O Financial Times supostamente retirou seu envolvimento também, de acordo com a CNBC. O Times não respondeu a um pedido de comentário da CNN Business.