Por Velho Antero do bairro Água Verde

Todos os dias eu me pergunto por que o povo brasileiro ainda não dominou o mundo. É muita criatividade desse povo fazer piada com a desgraça dos outros.

O esfaqueamento do deputado Jair Messias (com esse nome…) Bolsonaro está sendo chamado nas redes sociais de “es fake amento”. Alegam que em mais de 50 fotografias não encontraram uma que mostrasse marcas de sangue. Para muitos brasileiros tudo não passou de uma grande farsa patrocinada pela Rede Globo para tentar eleger Bolsonaro, que começava a despencar nas pesquisas. Bolsonaro é o candidato da Globo porque Alckmin não decolou.

Particularmente eu acho que não se deve brincar com a desgraça alheia, principalmente com extremistas de direita, adeptos de armas, torturas e assassinatos, por isso não vou – jamais – defender as piadas que estão circulando na rede sobre o candidato esfaqueado. No santinho que corre na internet Adélio é chamado de “Zé da Facada” – candidato de número 157.

Mas o que mais surpreende é o número de pessoas apoiando o lançamento da candidatura do esfaqueador Adélio Bispo de Oliveira a presidente da República do Brasil. Eles alegam que Bolsonaro é louco Nutella, porque mama nas tetas do governo como deputado, mas que Adélio Bispo de Oliveira é o verdadeiro louco, “não é fake de maluco, é louco mesmo, louco de pedra”, dizem os apoiadores dessa campanha estapafúrdia e impossível.  Eu quero deixar aqui o meu repúdio a essa campanha porque penso que em nada contribui para a pacificação do país dividido.

E por falar em loucos, o vice de Bolsonaro, o general jurássico, é amigo do cabo Dalciolo? Porque se for… o hospício está formado.

Por mim internavam todos os citados acima e mais os internaturas que estão fazendo essa campanha sórdida do Adélio a presidente – no manicômio, e jogava a chave fora.

Hoje na churrascaria ouvi a conversa entre duas garçonetes:

-Pensei em votar no Bolsonaro mas mudei de ideia.

-Por que?

-Porque Deus mandou o Adélio matar o Bolsonaro. Boa coisa essa cara não é.

Então me respondam: o Brasil é um país sério?