“SIGAM O DINHEIRO”*, diz uma máxima nas investigações de casos de corrupção. Ernesto disse que Bolsonaro determinou pessoalmente ao Itamaraty a corrida pela cloroquina, que foi importada por um empresário ligado ao presidente. Eu já falei aqui que todo o marketing em torno do “remédio do Bolsonaro”, com o próprio na condição de “garoto-propaganda, cheirava a corrupção grossa.
“SIGAM O DINHEIRO”, que essa lama vem à tona. Usar uma pandemia para matar compatriotas em massa, usando como um dos meios para tanto essa falácia do “tratamento precoce” e ainda ganhar dinheiro em cima com venda de placebo, é uma monstruosidade que embrulha o estômago. É nazismo.
*NÃO É CASO PRA DAR APENAS EM CASSAÇÃO DE MANDATO, COMO TAMBÉM EM CADEIA!*
Mario Fonseca