A tríada do mal – Trump, May e Macron – cumpriu, cada um a seu modo, suas obrigações junto a seus financiadores de campanha. Trump anunciou ao ser eleito que acabaria com a guerra na Síria. Hoje, porém, ameaçado de ser destituído do cargo por escândalos sexuais, é refém do sistema financeiro e imprensa sionistas, e como tal é obrigado a fazer aquilo que a indústria bélica norte-americana ordena, para alegria dos investidores da Bolsa de Valores e dos fabricantes de bombas e armas.

Theresa May teve sua campanha financiada por sionistas britânicos. Emmanuel Macron é “testa-de-ferro” dos banqueiros sionistas Rothschield, os financiadores das guerras à Líbia e Iraque, com interesses bilionários na região. Por isso esses três patetas inventam estórias para atacar a Síria e protegem Israel quando usa armas químicas contra os palestinos – fósforo branco.

A tríade do mal – Trump, May e Macron – tem o comum o fato de ordenarem mais um covarde ataque à Síria sem consultar seus parlamentos. O motivo? Apagar a participação dos respectivos governos no financiamento dos grupos terroristas que agem na Síria há mais de 7 anos.

Theresa May, Emmanuel Macron e Donald Trump, a tríade do Mal, financiando e apoiando terroristas na Síria

O ataque à Síria não se justifica porque o Conselho de Segurança das Nações Unidas havia formado uma comissão de especialistas para investigar o suposto uso de armas químicas pelo governo Sírio em Gouta. A comissão já estava em Damasco quando o ataque à Síria foi ordenado. Ora, por que atacaram sem saber o resultado da comissão? Porque era necessário impedir que a grande mentira dos militares dos três países fosse desmascarada. Era preciso impedir que o mundo soubesse a verdade: as armas químicas existem sim, mas foram fornecidas aos terroristas pelos governos dos EUA, França e Inglaterra. Cada vez que um bombardeio sírio ou russo acerta um depósito dessas armas, como em 2017, a imprensa ocidental trata de culpar o governo sírio, justamente aquele que mais combate e vence os terroristas em uma guerra ensandecida que dura mais de 7 anos, graças ao dinheiro e armas de países ocidentais e monarquias árabes.

Em 2018 não existiu ataque químico, foi tudo uma montagem dos Capacetes Brancos, uma ong britânica criada por militares, a exemplo do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (uma ong que conta com um escritório e 3 funcionários em Londres), também criada por militares britânicos, para apoiar os terroristas que agem na Síria, com o objetivo de tentar derrubar o governo de Bashar Al Assad.

Trump convocou a imprensa para dizer que a missão foi cumprida com êxito. Outra mentira. Dos 103 mísseis lançados por norte-americanos, franceses e britânicos contra a Síria, 71 foram derrubados pelo sistema russo que faz a defesa antiaérea do país.

E a grande mentira, repetida pela mídia mercenária, é que os ataques teriam atingido instalações militares usadas para fabricar armas químicas. Fotografias dos escombros foram fornecidas pelo Pentágono. Na realidade, os ataques atingiram um centro de investigação científica especializado na produção de medicamentos contra o câncer em Barzeh, ao norte de Damasco, e dois centros de pesquisas desativados. A própria OPAQ (Organização para a Proibição de Armas Químicas) havia vistoriado os locais no ano passado e declarado limpos de armas químicas.

Os grandes meios de comunicação do ocidente são cúmplices dos terroristas que agem na Síria e outros países como Iraque, Palestina e Afeganistão. Ao divulgar mentiras para fortalecer os governos que combatem os terroristas, os meios de comunicação estão tentando fortalecer os terroristas e enfraquecer os governos.

Hoje é dia de ver e ouvir mentiras sobre a Síria no Fantástico e na imprensa. Mas a verdade, por menor que seja, tem o dom de fazer imensos estragos. A frase me foi dita pelo xeique Ibrahim em Curitiba… e ele tem toda a razão.

 

Fernando Marques