O comandante marechal Khalifa Haftar defende a unificação do país

A Organização das Nações Unidas anunciou no dia 23 que os dois lados do conflito na Líbia (GNA e LNA) assinaram um cessar-fogo permanente em todo o território do país africano.

Após mediação conduzida pela enviada da ONU para a Líbia, Stephanie Turco Williams, a Comissão Conjunta Militar 5+5 (formada por representantes militares de ambos os lados do conflito) alcançou o que foi chamado pela ONU de “importante ponto de virada a caminho da paz e estabilidade na Líbia”.

O comandante marechal Khalifa Haftar, líder do Exército Nacional Líbio, tem lutado incansavelmente pela unificação e libertação d aLíbia das forças estrangeiras estacionadas no país, entre elas milhares de mercenários turcos e terroristas de diversas nacionalidades derrotados na Síria, transportados para a Líbia pelo governo da Turquia.

A grande dúvida que paira nessas negociações é se o governo Erdogan vai retirar do país os terroristas e mercenários financiados pela Turquia, entre muitos fanáticos da Al Qaeda e Estado Islâmico (Isis).

A decisão de libertação e unificação do povo líbio deve estar nas mãos do povo líbio, e não de potências estrangeiras, responsáveis pela destruição da infraestrutura do país na recente guerra de ocupação do país.